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Segue a investigação do possível furto do pendrive crackeado! Quem foi o culpado dessa tragédia em pleno expendiente!!!

O Mistério do Pendrive Fantasma: Quem Levou o Windows "Alternativo"?

DA REDAÇÃO – O clima na empresa não é dos melhores esta semana. O motivo? O súbito desaparecimento de um objeto de valor... digamos... questionável: um pendrive contendo uma versão "craqueada" do Windows. O sumiço transformou o setor de TI e os corredores em um verdadeiro tabuleiro de Detetive.

O Incidente

O dispositivo foi visto pela última vez perto de uma das estações de trabalho antes de sumir sem deixar rastros. O que torna o caso intrigante não é apenas o valor do hardware, mas o conteúdo "pirata" que, além de ser um risco de segurança para a rede, agora está em mãos desconhecidas.


A Linha de Frente: Os Principais Suspeitos

A "investigação" interna aponta os holofotes para três figuras centrais que estavam nas proximidades ou tinham interesse técnico no objeto:

  1. Kailon: Conhecido por estar sempre por dentro das ferramentas de sistema. Estaria ele tentando fazer um "upgrade" doméstico?

  2. Andre: Estava na área no momento crítico. Seu silêncio sobre o assunto tem levantado sobrancelhas entre os colegas.

  3. Victor: O terceiro vértice desse triângulo de mistério. Sua movimentação recente na bancada de TI o coloca diretamente sob o radar.

O Círculo Secundário

Embora o foco esteja no trio acima, a lista de interrogatórios se estende. Ninguém está descartado até que o Windows "bootável" apareça:

  • Filipe, Henderson e Higor: O trio que circula por todos os setores. Teriam eles visto algo que não deveriam?

  • Gustavo Diretor: Sempre discreto, mas com um conhecimento técnico que o torna um suspeito capaz de ocultar rastros.

  • Abraão fi do dono: O último da lista, mas não menos importante. Estaria Abraão guardando o segredo para proteger alguém?


O Risco Técnico

Especialistas (ou apenas o pessoal que entende de antivírus) alertam: além do sumiço do objeto físico, o uso de software craqueado é uma porta aberta para malwares. Quem quer que esteja com o pendrive pode estar carregando um "Cavalo de Troia" para dentro de casa — ou de volta para a empresa.

A gerência (e os curiosos) aguarda: o objeto será devolvido anonimamente ou teremos que chamar o "CSI Corporativo"?